O quanto você se importa com os seus likes?

Pessoa mexendo em aplicativos de redes sociais no seu celular

Nos dias atuais, ter likes conta. E conta muito. É o desejo de todos. É sinônimo de sucesso. Mexe com a vaidade. E a qualidade desses likes foi superada pela quantidade. Tem pessoas que chegam até a comprar seguidores só para mostrar sua ascensão social. A possibilidade de ser conhecido, ou ter aqueles 15 minutinhos de fama, nunca foi tão acessível. A capacidade de se espalhar pela rede oferece muito mais alcance as suas ideias, gostos, e, também, críticas. As reações e interações nas redes sociais evoluíram, dando vida a novas profissões e maneiras que lidamos com o convívio em sociedade, mesmo, que virtual.

Os likes são viciantes. Quem não curte receber um like, vai?! Ainda mais sabendo que somos mais dispostos a prestar atenção em fotos que estampam o rosto humano e conteúdo que desperta emoções intensas. De inocente, as curtidas não têm nada. Elas trazem intenção e significado, como qualquer ato humano que se faça para pertencer a um grupo ou marcar sua identidade. 

E falando em identidade, que tal dar uma olhada nas novas capinhas da Deco Skin? Vai ter uma que se encaixa com você. 🙂

Likes: quantidade versus qualidade.

As reações onlines são um comportamento novo do ser humano. E como toda novidade, traz inúmeros aprendizados. Atrás do seu device, sendo o computador, ou o tablet, um smartphone, até mesmo o vídeo-games, uma pessoa é capaz de expressar sentimentos, como um ‘gostei disso’, ou ‘gostei de você’, e até mesmo ‘eu me posiciono dessa maneira’. E existem várias maneiras de dizer: pode ser um coração, um like (a popular joinha), um dislike (a mesma joinha, só que agora, para baixo), um comentário, um share. 

Métrica é a palavra da vez para quem leva a sério os seus likes. Porém, essa obsessão pode nos conduzir a comportamentos compulsivos, competitivos e de ansiedade, dizem recentes pesquisas. Essa necessidade de criação de conteúdo para alimentar suas redes sociais vicia, obrigando muita gente a repetir esse comportamento em troca de likes. A cada nova curtida reforça o comportamento que nos leva a repetir, precisando cada vez mais e mais. 

Esse app merece um like?

Olha essa ideia do Benjamin Grosser: o artista desenvolveu um software capaz de ocultar todas as indicações de interações nas redes sociais, com a intenção de barrar os danos à saúde mental e ao vício. Então, a indicação “10 pessoas curtiram isso” vira “pessoas curtiram isso”. E é exatamente a nova medida que o Instagram tomou a pouco tempo, para que os seguidores se concentram naquilo que realmente importa: o conteúdo compartilhado. 

Aproveite para compartilhar essas capinhas da Deco Skin nas suas redes sociais.

Taxa de engajamento: a interação contada.

Parando para analisar, cada interação nas redes sociais é feita por alguém com emoção e sentimento. E esses sentimentos e reações são estimulados por gatilhos mentais, explica o neuromarketing. Para mensurar isso, existe a taxa de engajamento, que representa o nível de interação dos usuários alcançados por um conteúdo postado. Reações, compartilhamentos, comentários, cliques, tudo, mas tudo mesmo é contado para servir de base para o cálculo, que é: total de interações sobre o alcance do post.

As profissões do futuro.

A popularização da internet somada a novos recursos tecnológicos transformaram o mercado de trabalho e, com isso, surgiram novas profissões: influencers, youtubers e gamers. Todos precisam das reações e interações para manterem seus canais, visto que o like é uma moeda, literalmente. 

O influenciador digital é a pessoa que trabalha com a produção de conteúdo para um nicho segmentado, tendo seu conhecimento no assunto como o maior diferencial, pois sua opinião se torna uma referência para atitudes e decisões de compra, não só dele, mas de terceiros também. O nome é autoexplicativo: o digital influencer tem o poder de influenciar outras pessoas, seja para consumir determinado serviço, ou adquirir certo produto, como assumir uma certa postura ou refletir sobre determinado tema do momento. E se você é influencer, dá um look na nossa coleção e mostra o unpack da capinha que combina com você, vai?! 🙂

Isso vai viralizar?

Quem trabalha com rede social já deve ter ouvido esse pedido: “isso tem que ser viral”. Mas é impossível garantir que algo vá se viralizar, assim, de uma hora para outra. O sucesso, ou o fracasso, das interações depende, entre muitos outros fatores, de algoritmos que mudam muitas vezes sem nos dar aviso algum, ou variáveis como o canal, a data escolhida, o horário, enfim, público atingido etc. 

Mas, de qualquer forma, o seu conteúdo tem que responder uma pergunta crucial: que emoção ele provoca no usuário? Independente de ser positiva ou negativa, o importante é ser intensa. A necessidade de se construir uma imagem pública que se encaixa no círculo de amizade e proporciona uma sensação de segurança faz com que as pessoas reajam de formas mais viris nas redes sociais, isso, para ter mais seguidores, ou para que as pessoas saibam da existência, ou é um reforço positivo na forma de curtidas e manutenção da autoestima. 

Às vezes, em busca dessa auto-afirmação, a pessoa acaba viralizando por algo que não gostaria, tornando-se o conhecido meme. Se você não sabe o que é meme, tudo bem. O meme é tudo que o que se faz sucesso e se propaga rapidamente pela internet. O famoso viral. Não se sabe ao certo quando o meme foi criado. Uns acreditam que o primeiro meme tenha sido criado por Joshua Schachter em 1998, no serviço Memepool, que era uma espécie de rede social que o usuário postava links interessantes da internet. Outra explicação é destacada pelo escritor Richard Dawkins no livro “O Gene Egoísta” de 1976, que se refere a uma unidade de evolução cultural que espalha a mensagem de uma pessoa para outra, nos dando a interpretação que toda informação com as aspecto cultural compartilhada entre pessoas pode ser considerado um meme.

E você? Qual app usa mais? Quais você não viveria sem? E quais apps indispensáveis que faltaram nesse texto? Deixa aí nos comentários. 🙂 

Aproveite, e veja mais aqui.
Vejo você no próximo post. 😉

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